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O Banco do Nordeste anuncia patrocínio para implantação do Museu do Vaqueiro, que reunirá cerca de mil peças sobre a cultura sertaneja. A iniciativa é do engenheiro agrônomo Marcos Lopes, idealizador de ações como o Forró da Lua e a Pega do Boi do Mato, realizados na fazenda Bonfim, em São José do Mipibu.
Com consultoria do produtor cultural Dácio Galvão e do museólogo Hélio de Oliveira, o projeto terá apoio da instituição financeira no valor de R$ 85 mil, o que permitirá a formatação do plano museológico, bem como restauração e acondicionamento do acervo já existente. Também serão oferecidas à comunidade oficinas de acordeom e indumentária e acessórios em couro.
Marcos Lopes explica que o Museu foi projetado para ocupar uma área de 510 metros quadrados da fazenda Bonfim, que tem área total de seis hectares, incluindo uma reserva de Mata Atlântica preservada. O espaço enfocará o vaqueiro como figura central, destacando-se sua destreza e valentia. Serão retratadas ainda as atividades geradoras das riquezas econômicas e culturais características do ciclo do couro no Rio Grande do Norte, que começou no final do século XVI e se estendeu até o século XVII.
Segundo ele, a intenção é resgatar e preservar a influência da atividade pastoril na formação do povo nordestino e norte-rio-grandense. “Criamos uma entidade sem fins lucrativos denominada ‘Fundação Cultural Museu do Vaqueiro’, que irá gerir as ações desse projeto. Avaliamos o apoio do BNB como um importante pontapé inicial para implantarmos o espaço do modo como foi projetado. Inclusive, continuamos à procura de parceiros que tenham interesse em apoiar esse tipo de iniciativa”, diz Marcos Lopes.
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