Menos de uma semana e outro preso foi degolado em Alcaçuz. Coisa da época de Lampião, daqueles sertões cangaceiros de nunca mais. Quando soube, corri pra ler e acreditar. Tácito comentou em seu Substantivo Plural (http://www.substantivoplura.com.br/) dessa mistura macabra de ficção e realidade. É que parece mentira mesmo. Antes fossem histórias da carochinha.
É por isso que reafirmo: precisamos das ilusões para manter porções alheias à realidade do humano, demasiado humano. E nada melhor que a poesia. Ontem entrevistei o poeta e crítico pernambucano, radicado em São Paulo, Frederico Barbosa, vencedor de dois prêmios Jabuti. Ele falou uma coisa curiosa: a poesia é uma forma de organizar o caos. A conversa será publicada no outro domingo.
No mais é uma notícia que me chega para alisar o ego. Este blogueiro fará coro ao time de colunistas do portal Diginet. É, como disse, um desses arroubos de ilusão. Daquelas notícias que aliviam dores e proporcionam algum sorriso de canto de boca. Por outra, a intenção de um mestrado foi por água abaixo. É que a prisão do jornal impresso é de segurança máxima. Acho que estou sendo degolado aos poucos...
FIART no Centro de Convenções, Stand SPVARN
Coordenação da Presidente SPVARN, escritora poeta Adélia Costa, sentada ao
lado do escritor Alexsandro Al...
Há 6 dias
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