Um retrato da falta de incentivo dos gestores públicos com as riquezas do folclore potiguar. O grupo de Caboclinho (ou cabocolinho, como queiram) de Ceará-Mirim - o único genuíno do Estado - está parado por falta de indumentária e instrumentos para se apresentarem.
Segundo o antropólogo e historiador Severino Vicente, que toma posse amanhã da Comissão de Folclore, o grupo recebeu convite para participar de importante projeto de uma entidade de Minas Gerais em novembro.
Vamos esperar a tal política de editais se efetivar e saber se os humildes mestres, sem referência ou orientação alguma dos secretáriss de cultura e educação de seus municípios, serão capazes de preencher as burocráticas exigências da inscrição dos editais.
FIART no Centro de Convenções, Stand SPVARN
Coordenação da Presidente SPVARN, escritora poeta Adélia Costa, sentada ao
lado do escritor Alexsandro Al...
Há 6 dias
Mudando de assunto, o Projeto seis e meia boca mais uma vez teve seus ingressos surrupiados em menos de uma hora.
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