Por Alexis Peixoto
em O Inimigo
Qualquer artista de carreira longa e passado de peso fatalmente chega a um ponto em que lançar um trabalho levemente acima da média já é motivo suficiente para todo mundo subir em cima da mesa e bater palma, proclamando que o “gênio ainda está vivo”. Com 50 anos de carreira e mais de trinta discos lançados Neil Young obviamente é um desses. Pouco importa que seu último grande disco tenha sido Harvest Moon, lançado há longínquos 18 anos e que hoje ele viva mais a altura de sua reputação em cima dos palcos do que pelo que produz em estúdio. Ainda assim, mesmo o menor aceno aos dias de som & fúria ao lado do Crazy Horse ou a sensibilidade folk dos anos 70 derrama lágrimas no mais incrédulo dos críticos.
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