Pelo Coletivo Leila Diniz
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O Coletivo Leila Diniz vem, prestar total solidariedade aos jornalistas do RN, que se encontram em luta por melhoria salarial e melhores condições de trabalho. Também declarar repúdio pela omissão da divulgação do processo de luta dos comunicadores pelos veículos comerciais de comunicação. Reconhecemos que toda empresa de comunicação é uma concessão pública e, portanto, carrega em sua natureza a responsabilidade de promover o debate cívico com seriedade e responsabilidade.
O RN não foge a regra do país, onde são os políticos, velhos conhecidos pela população, os detentores dos diversos meios de comunicação - rádios, TVs e jornais impresso [UTF-8?]– sendo no estado eles os responsáveis por pagar o piso salarial de jornalista mais baixo no Brasil.
Apoiamos a luta dos trabalhadores e trabalhadoras da imprensa potiguar por entendermos que a categoria é de fundamental importância para o desenvolvimento do debate público sobre os problemas sociais, políticos, ambientais, econômicos e de gênero que nossa sociedade enfrenta. Compreendemos que os/as jornalistas merecem que suas condições de trabalho sejam condizentes com a dignidade humana e que a luta pelo aumento do piso salarial, de R$ 900,00 para R$ 1.500,00, é justa.
Acreditamos que a construção de uma sociedade democrática deva garantir os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e tenha uma imprensa livre e aberta às expressões das diversas categorias sociais.
O feminismo declara apoio para essa luta e lembra que apenas com resistência é que se conquistam avanços.
Saudações feministas,
FIART no Centro de Convenções, Stand SPVARN
Coordenação da Presidente SPVARN, escritora poeta Adélia Costa, sentada ao
lado do escritor Alexsandro Al...
Há uma semana
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