O jurado mais escroto do famigerado programa Ídolos, o gaúcho Carlos Eduardo Miranda, foi entrevistado pelo repórter José Flávio Júnior, para a revista Bravo! Miranda é apontado como dos principais produtores do país. Lançou nada menos que Raimundos, Mundo Livre S/A e, mais recente, Móveis Coloniais de Acaju - revelação em festivais Brasil afora, inclusive no Mada.
Já existem dados apontando que o lucro da pirataria no Brasil tem diminuído, possivelmente por haver mais pessoas com acesso à internet, que não precisam desse intermediário. Como fica o pirata nessa?
O pirata também é uma coisa transitória. Ele veio como uma nuvem de gafanhotos, bagunçando tudo, mexendo com a indústria. E uma hora lá se vai a nuvem. Mas o que o pirata fez com a indústria cinematográfica é interessante. O cineasta faz um filme, esse filme vai para o cinema, depois para locação em formato DVD, depois para pay-per-view na TV, depois o DVD começa a ser vendido no varejo... O pirata entende o processo assim: "Tá no cinema? Então tá aqui o DVD para vender!". A indústria tem de rever sua maneira de lançar filmes. Será que não é mais jogo soltar o DVD junto com o lançamento no cinema? Se tem gente que vê no cinema e depois revê no DVD, será que não tem gente que veria no DVD e depois ficaria com vontade de ver o filme na telona? Os que viram a cópia pirata do Tropa de Elite depois não lotaram os cinemas?
Entrevista completa AQUI.
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Há 3 horas
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