Passado o carnaval, reforço minha opinião: a da seleção mais criteriosa de artistas. Se a intenção foi contratar muitos artistas e bandas em prol da pluralidade, oportunidade aos novos e preencher todos os horários do dia, pela manhã muitos tocaram para ninguém. A diminuição do número de músicos convidados acarretaria em melhores cachês e nível de apresentações. Ainda assim, o resgate definitivo de blocos de antigamente, o Expresso da Folia e o projeto Escute Que é Daqui merecem os louros da glória.
Outro detalhe chamou a atenção durante o período momesco: se a intenção municipal é na aposta no pólo da Redinha como marco zero do carnaval, melhor procurar alternativas ou parcerias junto à prefeitura de Extremoz e ao Governo do Estado para desafogar o trânsito na região. O que se viu nos quatro dias de folia foi o completo caos. Situação ainda pior nas bandas de Pirangi. Fica difícil o empresariado apostar em um carnaval sem a organização mínima de logística. As cidades do interior aparecem como alternativas.
FIART no Centro de Convenções, Stand SPVARN
Coordenação da Presidente SPVARN, escritora poeta Adélia Costa, sentada ao
lado do escritor Alexsandro Al...
Há 6 dias
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