O produtor musical Zé Dias tuitou o seguinte:
"Entendo de custo de show. Acho que o do PADRE, pela data, está certo, agora poderia o sacerdote doar um pouquinho ao GISELDA TRIGUEIRO".
Argumentei, então, que nenhuma capital brasileira havia aceito pagar tal quantia (R$ 221 mil) e que o valor de R$ 90 mil do jatinho que trouxe o padre era um absurdo. Eis o que Zé Dias - conhecedor dos meandros do show bussiness - comentou:
"Sergio, Para se livrar de diversos empenhos (TRASLADO, HOTEL, DIARIA DE ALIMENTAÇÃO ETC), contrata-se um show BANCADO. Se a empresa acrescentar o valor dos impostos e a comissão dela, sento com você e mostro um valor aproximado para uma data como o NATAL. Vivo num país em que ao se ligar para alguns artistas, eles falam: CACHÊ COM OU SEM NOTA FISCAL. Está errado e vou me calar. Se mexer fede. Vivo num país onde artista pede 550 kg de excesso de BAGAGEM. O Showbunisses é uma grande mentira. O Padre se acha um artista e, como tal, a empresa que cuida dele trata-o como ARTISTA DE PONTA".
E disse mais:
"Para finalizar. Fiz um grande nome da MPB e o Camarim custou R$ 2.800,00 e ninguém tocou num salgado. EXAGERO, IDIOTICE MINHA viver nesse meio. Certo cantor famoso, pediu um VECTRA 2009. Chegou um 2008 no aeroporto. Ele falou para o MOTORISTA que se não trocasse, ele não ia ao show".
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