Recebi comentário (que segue abaixo) a respeito do método de seleção das atrações locais do projeto Seis & Meia deste ano. Tinha ouvido coisa semelhante e até sairia em minha coluna deste domingo, no Diário de Natal. As informações que haviam me passado batem exatamente com o que "Labe" escreveu aí. E vale lembrar que as atrações nacionais são de responsabilidade do produtor do projeto, Willian Collier, e as locais, da Fundação José Gugu, por este método aí abaixo:
"APENAS METADE dos contemplados do (Prêmio) Nubia Lafayette estavam presentes e DECIDIRAM EXCLUIR os demais do sorteio do Seis & Meia.
Há de se ressaltar que o sorteio do Seis & Meia NÃO FORA AVISADO PREVIAMENTE. Nenhuma pauta fora informada no telefonema aos artistas. Quem foi à reunião soube de tudo na hora. Aos 20 artistas que não puderam comparecer, não foi dada a menor chance de concorrer. E, provavelmente, pouquíssimos sabem que tal sorteio ocorreu (para o bem da FJA e dos supostos "vencedores"...).
Pelo visto, o projeto Seis & Meia continua sendo "restrito". Desta vez, com uma finalidade obscura especial: compensar (leia-se: calar a boca dos) selecionados que estavam presentes, o grupo "suspostamente-ativo-do-Núbia-Lafayette-que-poderia-se-queixar-do atraso-dos-depósitos".
Adendo: Dos 20 que compareceram, 16 foram escolhidos. Geralmente havia ligações musicais entre as atrações nacionais e locais. A próxima edição, por exemplo, virá Tânia Alves. Eu mesmo havia sugerido, em minha coluna, o nome de Glorinha Oliveira para formar a próxima edição. Agora, será impossível. O nome virá de algum desses 16. Uma lástima, mesmo.
FIART no Centro de Convenções, Stand SPVARN
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Há 6 dias
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