Do eletrificado poeta Carito, sobre o filme Loki - uma cinebiografia do mutante Arnaldo Baptista. As palavras, para Carito, parecem peças de lego no jogo da linguística:
O elo pedido
Assisti ao filme Loki e cheguei em casa e fui correndo procurar minha fantasia de Peter Pan.
Quando o sol nasce do amarelo perdido e só sobra o elo pedido para um novo dia.
Amado amarelo queimado são as cinzas do meu coração ao pôr do sol.
Não estou preocupado com as conexões - entre as frases, entre as fases, conexões tigres, e Eufrates, e eus fracos, meus eus, tão não mais meus, sentimentos velhos com vontade de viver são tigres de bengala, mesmo a palavra de bengala, quero soltar com ela na banguela, soltar o freio de mão, não soltar o seio da mão, tão lindo de acariciar, descobrir teu mistério no acaricio da terra, beijar teu seio e canção.
Amo Arnaldo, mutantes, durantes, e depois.
Amo Arnaldo, gosto que não se descurte.
HORÁRIO NOBRE DA LEITURA
1ª DIREC SEEC RN
ESCRITORA CONVIDADA JANIA SOUZA
Revela talentos das artes
Foram três horários de auditório lotado com estud...
Há 8 horas
Nenhum comentário:
Postar um comentário