De Cassiano Arruda a este blogueiro, para compor uma entrevista a ser publicada na próxima edição da Revista Formas, a respeito do novo livro do jornalista, Hotel de Trânsito, que levou mais de 500 pessoas à Livraria Siciliano:
"Verdade seja dita - e o livro também serve para que essa coisa seja esclarecida: Vivíamos numa época em que todo mundo apoiava a revolução. Todos os jornais apoiavam. O establishment político representado por Dinarte Mariz e Aluízio Alves também apoiava a revolução. Acontece que a revolução escolheu um para prestigiar e outro para punir, o que representou uma ruptura política. E o livro procura explicar esse momento de transição em que vivia Natal. Não só política, mas na minha vida pessoal e na história da imprensa, quando a máquina Off-set chegou ao Diário de Natal - o primeiro jornal do Nordeste e o segundo do Brasil a operar com a Off-set. A Off-set só chegaria à Tribuna dez anos depois".
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