Um retrato da falta de incentivo dos gestores públicos com as riquezas do folclore potiguar. O grupo de Caboclinho (ou cabocolinho, como queiram) de Ceará-Mirim - o único genuíno do Estado - está parado por falta de indumentária e instrumentos para se apresentarem.
Segundo o antropólogo e historiador Severino Vicente, que toma posse amanhã da Comissão de Folclore, o grupo recebeu convite para participar de importante projeto de uma entidade de Minas Gerais em novembro.
Vamos esperar a tal política de editais se efetivar e saber se os humildes mestres, sem referência ou orientação alguma dos secretáriss de cultura e educação de seus municípios, serão capazes de preencher as burocráticas exigências da inscrição dos editais.
HORÁRIO NOBRE DA LEITURA
1ª DIREC SEEC RN
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