"A literatura não cria apenas mundos impossíveis, cria também mundos desejáveis, realidades-em-construção, devir. A 'frieza' do jornalismo ante os poetas e literatos não passa de precaução contra os falsos poetas de que falou Platão. O desvelamento de novos mundos através dos vasos comunicantes da criação artística é um benefício de que o jornalismo não pode prescindir. Vida e arte, ideia e estética, conhecimento e poesia caminham juntos. A arte do jornalista-escritor pode a da diluição (estilhaçamento do eu) em função do sistema linguístico (conceitual) que constroi".
De Gustavo de Castro, em Jornalismo Literário: uma introdução (Editora Casa das Musas)
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