por Luiz Fernando Ruegger
no Planeta Jota
A crença em um determinismo genético que coloca nossas vidas sob o comando direto dos genes e neurotransmissores, ao que tudo indica não é mais do que isso: uma crença. Essa suposição despreza a eficácia da vontade individual, confinando a origem de nossa felicidade ou desespero, de nossa compaixão ou crueldade aos filamentos retorcidos do DNA. Mas pesquisas avançadas, com o auxílio de neuroimagens, têm demonstrado a plasticidade do cérebro sob a ação da vontade e as consequências físicas e psicológicas desse processo.
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