por Jarbas Martins
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Olha, Sérjão, Cleudo Freire eu conheço. Além de doce figura, que reza ou sussurra, ao som das palavras, e conversa, é poeta. Outra coisa ele não poderia ser. É trovador, poeta versado nas artimanhas de casar som com palavra. De maneira lírica e jocosa, brilha nas luzes de um palco, brinca com a babélica linguagem do computador, ou fica ali, em posição de lótus, nas páginas dum livro. Como você, Serjão, escreve como quem conversa, e é bom de bico, e sabe agregar gregos e baianos,
dinossauros, nerds e as tribos todas desta Potiguarânia - é de se esperar a tabelinha que vais fazer com o menestrel Cleudo. Quem sabe, poderei marcar presença com minha Irani. Esta é a minha dica para esta sexta-feira. Ao Zen Bar, às 20 hs. Zen perrépes.
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