O tempo devora a vida sem nada entregar de volta. Escrevo isso a esta hora da noite porque olho para o resto de dia e vejo que nada fiz de produtivo. Acordei mais tarde do que o costume. A gripe forte tem me deixado sem vontade pra nada. Pensei forçar a ida à natação diária. Desisti. Pedi licença do trabalho para melhor repouso. Ensaiei assistir O Encouraçado Potekin, há umas três semanas encostado na estante, e o sono bateu. Resisti e fui tentar ler o resto de um livro para iniciar logo minha cara aquisição: Moby Dick. O sono também atrapalhou. Nessa estado mórbido passei o dia. Assiti muita TV: o pior dos transes hipnóticos.
Li certa vez uma passagem de Nietzsche que me deixou teso. O filósofo alemão dizia que é preciso morrer no momento certo. Acredito que o niilista de bigode quis dizer o que muitos esbravejam como “carpe diem”, mas com um sentido um pouco mais profundo: ele deseja que você evite que a vida lhe consuma, mas que você encontre a sua vida por suas próprias escolhas. É mais ou menos como fugir do convencional do modo de vida da família burguesa e procurar o que você realmente deseja. Do contrário, a morte sempre vai lhe apavorar como uma sombra. Me veio à mente essa teoria hoje, não sei bem o motivo. Por certo fui engolido pelo furacão do cotidiano banal.
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Há 4 dias
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