por Carolina Santos
no Diário de Natal
Ela já descreveu o tipo de música que faz como a trilha sonora de um filme de ficção científica, que vai do passado ao presente e ao futuro. A comparação faz muito sentido: The archandroid, seu segundo álbum, é cheio de referências aos anos 80 - Michael Jackson é um influência evidente - e cheio de sons e efeitos especiais. Em algumas músicas, Janelle vai ainda mais longe. Oh maker, por exemplo, começa sob a sombra da Motown e segue como uma típica cantora de R&B dos anos 2000 e além. Mas pelo balanço e desníveis, o disco pode ser melhor comparado a uma festa que dura a noite toda: há a expectativa da chegada, o frenesi da pista de dança, os altos e baixos de encontros inesperados e muito, muito drama.
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