por Luciano Martins Costa
no Observatório da Imprensa
A Folha de S.Paulo noticia na edição de segunda-feira (10/1), mas o Jornal do Brasil (online), alguns portais de informação e emissoras de TV já haviam relatado o caso da jornalista presa por ligações com criminosos no Paraná. Segundo o noticiário, a repórter Maritânia Forlin, que trabalha para uma afiliada da Rede Record em Campo Mourão, transmitia avisos sobre operações policiais para um traficante em troca de informações privilegiadas sobre crimes.
Não é o primeiro nem será o último caso, e o mais bizarro de todos certamente é aquele que envolveu um apresentador de televisão de Manaus e um grupo de extermínio da Polícia Militar do Amazonas. Mas o episódio pode servir como ponto de partida para uma conversa sobre limites do jornalismo.
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