Escutei por cima o Cd produzido em parceria entre Lívio Oliveira e Babal: o Cineclube. A primeira impressão foi boa. As letras escritas por Lívio são excepcionais. A melodia faz jus à maioria. E os arranjos puxam para um jazz que remete mesmo aos clássicos do cinema e seus grandes mestres – temáticas do álbum.
Achei engraçada a canção 12, Quem há de acreditar em você, em homenagem a Almodóvar e Carlos Sutra, pelo fato que parece composição de Babal. Ficou a cara dele. Gostei particularmente de Chinatown (para Jack Nicholson e Faye Dunaway). E não pela minha predileção ao trabalho de Luciane Antunes, que saiu do seu estilo, inclusive.
Perdão é sensacional. A música rende loas ao mestre Nélson Rodrigues e repete a sarcástica ironia do crítico dos idiotas da objetividade. Genial a tirada de Lívio. Enfim, o tempo urge e quero assistir No tempo das diligências ainda hoje. A sensação do Cd é de ouvir/assistir a Cinema Paradiso e dar de cara com a história poética do cinema.
Escrevo mais depois.
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Há um dia
Fico honrado com o comentário, caro Sérgio. E você fez com conhecimento de causa.
ResponderExcluirAbraços!