Saudade de um mar que se faz longe, fugidiu das pressas cotidianas. Ah, minha Redinha do meu Rio Doce e do mar salgado como a pele de Dona Francisca e as mãos hábeis no trato com a ginga. Ah, minha Redinha de estórias figurativas e histórias de lutas marítimas e ilusões adocicadas. Saudades da tua brisa e da cachaça ao luar, em prosa mansa com os pescadores de sonhos impossíveis. Saudade mesmo de uma época de nunca mais: de Navarro, de Veríssimo, de Cascudo e Mário de Andrade estupefatos com as cores do Boi Calemba; as jornadas de Fandango e Chegança. Saudades...
Por Adherbal de França
A Redinha
"(...) A praia da Redinha tem segredos vários de amor. Sua história renova as toadas dos pescadores e caminheiros das praias vizinhas, unidas ao longo da cossta enganadora. Sobre ela estremecem, limpos de culpas, os corações das rendeiras mágicas, desde que os clarões vivos da manhã lançam sobre o oceano um imenso olhar de sangue e o sol poente adormece do trabalho, as agruras da realidade para o sossêgo dos sonhadores humildes".
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