Antes fosse uma comédia romântica de Skakespeare o retrato atual do Teatro Alberto Maranhão. A crise financeira mundial parece ter abraçado o teatro. As disputadas pautas da principal e única casa hoje apta a receber um grande espetáculo cênico estão sendo canceladas.
O número de desistências verificado nos meses de março e abril obriga a diretora do TAM, Hilneth Correia, a cobrar caução aos produtores como garantia do retorno financeiro acordado. Isso a partir de maio. A reunião para informar esta nova normatização do TAM ocorrerá nesta quinta-feira.
Um exemplo claro de prejuízo para produtores e administração do teatro foi o cancelamento do Projeto Escola – há 15 anos levando alunos das escolas de ensino público ao teatro para discutir o assunto em sala de aula, depois.
Também durante as águas de março foram cancelados quatro espetáculos nacionais. Cada um ao valor de R$ 700, afora os locais, em maior número.
Mas, depois da queda nem sempre vem o coice. Em meio ao turbilhão financeiro, o TAM e a cena teatral da cidade receberam semana passada uma injeção de ânimo com a aprovação do projeto Ribeira das Artes (acontece no átrio do teatro, aos domingos), do inédito projeto Teatro aos Domingos, com envolvimento de música e teatro a R$ 2 o ingresso, e também o Auxílio Montagem.
É a tal política de editais ingressando como a grande marca da Fundação José Gugu.
FIART no Centro de Convenções, Stand SPVARN
Coordenação da Presidente SPVARN, escritora poeta Adélia Costa, sentada ao
lado do escritor Alexsandro Al...
Há uma semana
Águas de março...
ResponderExcluirAno passado o Teatro viu água com força, tá precisando é de uma reformazinha...