por Ilana Félix
Quando fui convidada por Dácio Galvão, em 2005, para ser assessora técnica da Capitania das Artes, achava que a maior parte do tempo passaria elaborando projetos culturais, algo das coisas que mais tenho prazer. Ledo engano. Naquela época, a Funcarte não tinha assessoria jurídica e era a assessoria técnica que mais tinha funções similares àquela, se existisse. As demandas judiciais eram supridas por consultorias terceirizadas, já que a Procuradoria do Município amparava somente a administração direta.
Nessa descoberta de ‘quase’ ser assessora jurídica, havia o agravante relatado na entrevista que dei a Sérgio Vilar (Diário de Natal), a Funcarte não tinha servidores efetivos na administração. Nada de arquivo legislativo.
Foi um trabalho de arqueologia encontrar as leis/decretos/portarias que tratavam de cultura em Natal até então. Sequer o regimento da Funcarte, que fora aprovado por um decreto em 2001, sabia-se onde encontrar. Com ajuda de Eduardo Costa, técnico efetivo da então Secretaria Municipal de Administração, consegui resgatá-lo meses e meses depois. Aqui, preciso registrar o agradecimento à servidora Lúcia, da Câmara Municipal, que muito me ajudou nessa empreitada. Foi uma pesquisa longa e com descobertas surpreendentes. A melhor foi a novela que narro agora.
aqui
In diesem Artikel erfahren Sie, wie Sie Ihre Gewinnchancen im planbet
Casino durch kluge Einsatzstrategien erhöhen können. Wir werden
verschiedene Strategi...
Há um dia
Nenhum comentário:
Postar um comentário