A revista Cover Guitarra, uma das principais publicações brasileiras especializada em guitarra e violão, na sua edição mais recente dedica nada menos que quatro páginas ao violonista natalense Alexandre Atmarama e seu CD de violão solo instrumental Imalt.
Fábio Carrilho, redator da revista, entrevistando Atmarama e resenhando o CD Imalt, não poupa bons comentários ao trabalho do moço. "(...) Atmarama lançou recentemente o belíssimo CD Imalt. Apesar de ser seu disco de estréia, é um trabalho de violão surpreendente em vários sentidos: pela maturidade de suas composições, pelo elevado senso estético de interpretação e pelo grande som de violão, além de trazer sua técnica particular de mão direita batizada de Imalt".
A resenha do disco - que diga-se de passagem, recebeu nota máxima - inicia igualmente de forma super positiva: "(...) Álbuns de violão solo autorais são difíceis de serem avaliados, pois nem sempre o artista em questão consegue desempenhar igualmente bem as funções de compositor e intérprete, normalmente sobressaindo- se ou pecando em uma delas. Alexandre Atmarama conseguiu superar esses possíveis desequilíbrios por meio de composições maduras e de uma linguagem moderna, além de grande interpretação ao violão. Rotular seu som é algo desafiador..."
A revista já está nas bancas do RN
IMALT, CD de estréia de Atmarama, foi lançado no segundo semestre de 2008 pela ação cultural Mudernage com a chancela/patrocínio do Programa BNB de Cultura.
Recentemente Alexandre Atmarama teve também o livro Doze composições para violão lançado pela Editora da UFRN.
Para o segundo semestre de 2009 Alexandre Atmarama está selecionado para o IV Festival BNB de Música instrumental, com apresentações nos estados da Paraíba (cidade de Sousa) e Ceará (cidades de Fortaleza e Juazeiro).
Quem quiser curtir o som do cara basta acessar seu Myspace:
http://www.myspace.com/alexandreatmarama
quinta-feira, 14 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Da arte contemporânea
Achei bacana o texto a seguir artista plástico e músico potiguar Luciano Rock:
"Quando falamos sobre arte várias idéias surgem em milésimos de segundos, mas uma pode se destacar em especial: a certeza de que a expressão artística que nos remete ao início da história da humanidade são as artes plásticas... Ainda estão lá as pinturas nas paredes das cavernas, nos dizendo como cassávamos, dançávamos e como sobrevivemos até hoje. Portanto, uma homenagem no dia 8 de maio é o mínimo que esses artistas merecem... Quando falamos em artista plástico num lance inconsciente, somos levados a lembrar das pinturas, das esculturas, dos desenhos, das telas, cores e pinceis.
Infelizmente algumas pessoas têm a necessidade de se auto-intitularem [WINDOWS-1252?]“artistas [WINDOWS-1252?]contemporâneos” e confundem suas expressões por não entenderem bem o que estão dizendo ou fazendo. Elas vem a cada dia estimulando a desqualificação das artes plásticas na sua essência... Essas criaturas acreditam que fazer arte contemporânea é colocar qualquer objeto num salão e, com a ajuda de comissões (indicadas por suas preferências), tal objeto ser premiado ao invés de grandes obras de artes que são produzidas por nossos pintores, desenhistas, escultores, etc.
Essas ações têm obtido o êxito esperado por aqueles que desprezam o que não é [WINDOWS-1252?]“contemporâneo” (na visão deles...): bons artistas plásticos têm se afastados dos salões por não acharem conveniente ter suas obras desaprovadas em função das obras sem nenhum teor técnico-artístico que são selecionadas, apenas pelo fato de supostamente serem [WINDOWS-1252?]“obras [WINDOWS-1252?]contemporâneas”. Como se isso já fosse uma garantia de alguma qualidade.
Antes tínhamos o Salão de Artes Plásticas, mas depois esse salão foi substituído pelo salão de artes visuais, o que deveria ser um avanço, mas isso não se deu bem assim. Se o Salão de Artes Plásticas servia a esses artistas, pois sua quantidade de obras selecionadas era basicamente representativa para os artistas da cidade, com a mudança esses artistas tiveram uma queda no espaço para suas premiações e mostras de seus trabalhos.
Na verdade, a mudança devia melhorar e não construir uma disputa desleal de espaços com os artistas plásticos. Os [WINDOWS-1252?]“artistas [WINDOWS-1252?]contemporâneos” não suportam a idéia de que as pessoas ainda preferem as boas pinturas como expressão principal das artes plásticas, então foi necessário não só mudar o nome do Salão, mas mostrar que as obras de arte agora precisam ser (e tinham que ser) contemporâneas, daí os novos premiados: pedaços de papelão, sucatas, latas, rabiscos, recorte de fotos da internet etc.
Esses objetos são obras de arte? Claro que sim, basta que você (ou uma comissão indicada) diga que é. A questão é que depois de premiados, a grande maioria desses objetos são descartados. Nem os órgãos que premiam, nem os próprios artistas querem tais obras... Alguém vai dizer que é uma [WINDOWS-1252?]“obra [WINDOWS-1252?]efêmera”... Quer dizer que é positivo? Talvez sim, mas até hoje as obras de arte - literatura, cinema, música, etc - não são efêmeras, e sim, guardadas com zelo para as futuras gerações... [WINDOWS-1252?]“mas as obras contemporâneas podem ter mudado isso, veremos no curso da [WINDOWS-1252?]história...”
Não estamos negando as belas obras contemporâneas feitas com sucatas, ou as belas intervenções artísticas dos Salões de Artes, na verdade, estamos falando de algumas pessoas que por não possuírem a menor capacidade criativa, ou não dominarem técnicas artística para transformar algum material comum em arte, se agarram aos conceitos de [WINDOWS-1252?]“arte [WINDOWS-1252?]contemporânea” para ganhar prêmios com suas influências, pois é só jogar uma coisa qualquer num Salão, ou um rabisco qualquer e dizer que é arte contemporânea. Num pensamento geral desses artistas, contestar essa versão é caretice, e fazer a velha e boa pintura sobre tela é ser um artista ultrapassado...
Para os artistas que tinham o seu Salão de Artes Plásticas, mudado para Salão de Artes Visuais, a princípio parecia ser muito [WINDOWS-1252?]“bonitinho”, mas na verdade não é! O que de fato acontece, é que o conceito de artes visuais abriu espaço para outras categorias de artes que podem participar de outros salões específicos da sua vertente. Por exemplo, as fotografias podem e devem ter o seu Salão, mas as artes plásticas não participarão. Os vídeos tem seus festivais, mas as artes plásticas não participarão. As artes cênicas tem seus festivais (onde os grupos que fazem as performances podem participar), mas as artes plásticas não participarão... No entanto, no Salão que era das Artes Plásticas, todo mundo participa e os artistas plásticos têm que dividir seu espaço com todo mundo... Resumindo, perdemos espaço para latas, rabiscos, fotos de internet e apelos sexistas!
Podemos sim ter um Grande Salão de Artes Visuais, mas para isso não precisamos dizer que a velha e boa pintura é coisa do passado, pois só os bobos não percebem que as pinturas se renovam a cada dia.
Para construirmos um Salão de Artes Visuais, precisamos selecionar as obras por categorias. Se antes eram 30 obras para os artistas plásticos, devemos aumentar o número para contemplar outras categorias que surgiram, e não eliminar o espaço que que já existia.
No formato de Salão de Artes que elaborei, as seleções são realizadas e apresentadas por categorias e a comissão de seleção, eleita pelos próprios artistas. A eleição acontece de forma que a comissão represente fidelidade a categoria e não as idéias dos gestores, evitando tendências para uma vertente artística, de maneira que não seja a intenção eliminar determinadas expressões, e sim, somar a arte no tempo e no espaço... Cada sala apresentará uma categoria, portanto, as expressões contemporâneas mais inusitadas serão selecionadas entre si, ganhando seu espaço que também é legítimo nas artes.
Infelizmente o formato do Salão que elaborei não teve financiamento para ser realizado, mas, como ficou disponível na internet, vi alguns elementos desse formato sendo utilizados em outros salões e mostras e, quem sabe, qualquer dia este formato será executado... Veja o projeto em www.lucianorock.com/projetos".
"Quando falamos sobre arte várias idéias surgem em milésimos de segundos, mas uma pode se destacar em especial: a certeza de que a expressão artística que nos remete ao início da história da humanidade são as artes plásticas... Ainda estão lá as pinturas nas paredes das cavernas, nos dizendo como cassávamos, dançávamos e como sobrevivemos até hoje. Portanto, uma homenagem no dia 8 de maio é o mínimo que esses artistas merecem... Quando falamos em artista plástico num lance inconsciente, somos levados a lembrar das pinturas, das esculturas, dos desenhos, das telas, cores e pinceis.
Infelizmente algumas pessoas têm a necessidade de se auto-intitularem [WINDOWS-1252?]“artistas [WINDOWS-1252?]contemporâneos” e confundem suas expressões por não entenderem bem o que estão dizendo ou fazendo. Elas vem a cada dia estimulando a desqualificação das artes plásticas na sua essência... Essas criaturas acreditam que fazer arte contemporânea é colocar qualquer objeto num salão e, com a ajuda de comissões (indicadas por suas preferências), tal objeto ser premiado ao invés de grandes obras de artes que são produzidas por nossos pintores, desenhistas, escultores, etc.
Essas ações têm obtido o êxito esperado por aqueles que desprezam o que não é [WINDOWS-1252?]“contemporâneo” (na visão deles...): bons artistas plásticos têm se afastados dos salões por não acharem conveniente ter suas obras desaprovadas em função das obras sem nenhum teor técnico-artístico que são selecionadas, apenas pelo fato de supostamente serem [WINDOWS-1252?]“obras [WINDOWS-1252?]contemporâneas”. Como se isso já fosse uma garantia de alguma qualidade.
Antes tínhamos o Salão de Artes Plásticas, mas depois esse salão foi substituído pelo salão de artes visuais, o que deveria ser um avanço, mas isso não se deu bem assim. Se o Salão de Artes Plásticas servia a esses artistas, pois sua quantidade de obras selecionadas era basicamente representativa para os artistas da cidade, com a mudança esses artistas tiveram uma queda no espaço para suas premiações e mostras de seus trabalhos.
Na verdade, a mudança devia melhorar e não construir uma disputa desleal de espaços com os artistas plásticos. Os [WINDOWS-1252?]“artistas [WINDOWS-1252?]contemporâneos” não suportam a idéia de que as pessoas ainda preferem as boas pinturas como expressão principal das artes plásticas, então foi necessário não só mudar o nome do Salão, mas mostrar que as obras de arte agora precisam ser (e tinham que ser) contemporâneas, daí os novos premiados: pedaços de papelão, sucatas, latas, rabiscos, recorte de fotos da internet etc.
Esses objetos são obras de arte? Claro que sim, basta que você (ou uma comissão indicada) diga que é. A questão é que depois de premiados, a grande maioria desses objetos são descartados. Nem os órgãos que premiam, nem os próprios artistas querem tais obras... Alguém vai dizer que é uma [WINDOWS-1252?]“obra [WINDOWS-1252?]efêmera”... Quer dizer que é positivo? Talvez sim, mas até hoje as obras de arte - literatura, cinema, música, etc - não são efêmeras, e sim, guardadas com zelo para as futuras gerações... [WINDOWS-1252?]“mas as obras contemporâneas podem ter mudado isso, veremos no curso da [WINDOWS-1252?]história...”
Não estamos negando as belas obras contemporâneas feitas com sucatas, ou as belas intervenções artísticas dos Salões de Artes, na verdade, estamos falando de algumas pessoas que por não possuírem a menor capacidade criativa, ou não dominarem técnicas artística para transformar algum material comum em arte, se agarram aos conceitos de [WINDOWS-1252?]“arte [WINDOWS-1252?]contemporânea” para ganhar prêmios com suas influências, pois é só jogar uma coisa qualquer num Salão, ou um rabisco qualquer e dizer que é arte contemporânea. Num pensamento geral desses artistas, contestar essa versão é caretice, e fazer a velha e boa pintura sobre tela é ser um artista ultrapassado...
Para os artistas que tinham o seu Salão de Artes Plásticas, mudado para Salão de Artes Visuais, a princípio parecia ser muito [WINDOWS-1252?]“bonitinho”, mas na verdade não é! O que de fato acontece, é que o conceito de artes visuais abriu espaço para outras categorias de artes que podem participar de outros salões específicos da sua vertente. Por exemplo, as fotografias podem e devem ter o seu Salão, mas as artes plásticas não participarão. Os vídeos tem seus festivais, mas as artes plásticas não participarão. As artes cênicas tem seus festivais (onde os grupos que fazem as performances podem participar), mas as artes plásticas não participarão... No entanto, no Salão que era das Artes Plásticas, todo mundo participa e os artistas plásticos têm que dividir seu espaço com todo mundo... Resumindo, perdemos espaço para latas, rabiscos, fotos de internet e apelos sexistas!
Podemos sim ter um Grande Salão de Artes Visuais, mas para isso não precisamos dizer que a velha e boa pintura é coisa do passado, pois só os bobos não percebem que as pinturas se renovam a cada dia.
Para construirmos um Salão de Artes Visuais, precisamos selecionar as obras por categorias. Se antes eram 30 obras para os artistas plásticos, devemos aumentar o número para contemplar outras categorias que surgiram, e não eliminar o espaço que que já existia.
No formato de Salão de Artes que elaborei, as seleções são realizadas e apresentadas por categorias e a comissão de seleção, eleita pelos próprios artistas. A eleição acontece de forma que a comissão represente fidelidade a categoria e não as idéias dos gestores, evitando tendências para uma vertente artística, de maneira que não seja a intenção eliminar determinadas expressões, e sim, somar a arte no tempo e no espaço... Cada sala apresentará uma categoria, portanto, as expressões contemporâneas mais inusitadas serão selecionadas entre si, ganhando seu espaço que também é legítimo nas artes.
Infelizmente o formato do Salão que elaborei não teve financiamento para ser realizado, mas, como ficou disponível na internet, vi alguns elementos desse formato sendo utilizados em outros salões e mostras e, quem sabe, qualquer dia este formato será executado... Veja o projeto em www.lucianorock.com/projetos".
Alphorria lançará DVD
Aposta certeira deste blogueiro: o Alphorria voltou definitivamente com sua formação original e já pretende gravar um DVD. E se depender da produção de um dos integrantes - Eduardo Taufic - o produto sairá melhor que a encomenda.
Público e entrosamento musical eles já mostraram que têm, mesmo após tantos anos separados. No show apresentado ontem no Projeto Seis e Meia lotou o Teatro Alberto Maranhão. E cá pra nós: não foi Rita Ribeiro a responsável por toda essa gente.
No último sábado, o show comemorativo dos 15 anos do lançamento do Cd homônimo também aglomerou centenas de regueiros. Boto fé. Positive vibracions.
Público e entrosamento musical eles já mostraram que têm, mesmo após tantos anos separados. No show apresentado ontem no Projeto Seis e Meia lotou o Teatro Alberto Maranhão. E cá pra nós: não foi Rita Ribeiro a responsável por toda essa gente.
No último sábado, o show comemorativo dos 15 anos do lançamento do Cd homônimo também aglomerou centenas de regueiros. Boto fé. Positive vibracions.
Cultura discutida
A Câmara Municipal de Natal realizará amanhã (14), às 10h, uma Audiência Pública para discutir políticas de incentivos à Cultura de Natal e na região metropolitana.
Para participar da audiência foram convidados os representantes da Funcarte, Fundação José Augusto (FJA), Instituto Histórico e Geográfico, Teatro Alberto Maranhão (TAM), Centro de Turismo, dos Museus da Cultura Popular e Câmara Cascudo, universidades, faculdades e grupos culturais da cidade.
A proposição é de autoria do vereador Ney Lopes Jr. (DEM).
No mesmo dia, às 18h, também ocorrerá uma sessão solene para comemorar os 40 anos de carreira do cantor e compositor potiguar Fernando Luiz.
Achei uma justíssima homenagem. Fernando Luiz tem conquistado espaços importantes na mídia com projetos sócio-culturais, eu diria, de descoberta de talentos musicais junto às comunidades ou mesmo dar oportunidade a artistas como Arleno Farias e muitos outros de qualidade musical merecedora de reconhecimento.
Para participar da audiência foram convidados os representantes da Funcarte, Fundação José Augusto (FJA), Instituto Histórico e Geográfico, Teatro Alberto Maranhão (TAM), Centro de Turismo, dos Museus da Cultura Popular e Câmara Cascudo, universidades, faculdades e grupos culturais da cidade.
A proposição é de autoria do vereador Ney Lopes Jr. (DEM).
No mesmo dia, às 18h, também ocorrerá uma sessão solene para comemorar os 40 anos de carreira do cantor e compositor potiguar Fernando Luiz.
Achei uma justíssima homenagem. Fernando Luiz tem conquistado espaços importantes na mídia com projetos sócio-culturais, eu diria, de descoberta de talentos musicais junto às comunidades ou mesmo dar oportunidade a artistas como Arleno Farias e muitos outros de qualidade musical merecedora de reconhecimento.
Árvore do Livro
Oh! Bendito o que semeia
Livros... livros à mão cheia...
E manda o povo pensar!
O livro caindo n'alma
É germe - que faz a palma,
É chuva - que faz o mar
(Castro Alves)
O poema acima é só para ilustrar uma iniciativa muito bacana chamada Árvore do Livro. A ideia é fazer da árvore não só produtora de frutos, mas também de livros. Tudo de graça.
Vários livros serão pendurados numa árvore situada no porto de São Pedro, o belo Porto do Roçado, em Macau. O cidadão ou a cidadã chega, pega o livro e leva. Simples mesmo. O único compromisso, firmado com a sua consciência e bom senso, é lê-lo e depois repassar para que outra pessoa também possa lê-lo e assim formar uma corrente de leitura.
A Árvore do Livro é uma realização da 93,5 FM Solidariedade e Rádio Macauense. A pegação de livros será nesta quarta-feira (13), a partir das 18h30, na sede da 93,5, no bairro do Porto de São Pedro.´É bem provável que quem não comparecer no horário fique sem seu livro ou espere o outro ler.
Um dos coordenadores do projeto, Marcelo, lembrou que em Macau não há uma livraria sequer ou comércio que venda livros. Mas já teve, em 1909 - há exatos 100 anos. Segundo Marcelo, naquela época, em Macau, se lia em português e francês.
Esta árvore retrata bem o poema de Castro Alves acima. Parabéns aos macauenses e aos realizadores deste que, espero, seja proveitosa e renda frutos... ou livros.
Livros... livros à mão cheia...
E manda o povo pensar!
O livro caindo n'alma
É germe - que faz a palma,
É chuva - que faz o mar
(Castro Alves)
O poema acima é só para ilustrar uma iniciativa muito bacana chamada Árvore do Livro. A ideia é fazer da árvore não só produtora de frutos, mas também de livros. Tudo de graça.
Vários livros serão pendurados numa árvore situada no porto de São Pedro, o belo Porto do Roçado, em Macau. O cidadão ou a cidadã chega, pega o livro e leva. Simples mesmo. O único compromisso, firmado com a sua consciência e bom senso, é lê-lo e depois repassar para que outra pessoa também possa lê-lo e assim formar uma corrente de leitura.
A Árvore do Livro é uma realização da 93,5 FM Solidariedade e Rádio Macauense. A pegação de livros será nesta quarta-feira (13), a partir das 18h30, na sede da 93,5, no bairro do Porto de São Pedro.´É bem provável que quem não comparecer no horário fique sem seu livro ou espere o outro ler.
Um dos coordenadores do projeto, Marcelo, lembrou que em Macau não há uma livraria sequer ou comércio que venda livros. Mas já teve, em 1909 - há exatos 100 anos. Segundo Marcelo, naquela época, em Macau, se lia em português e francês.
Esta árvore retrata bem o poema de Castro Alves acima. Parabéns aos macauenses e aos realizadores deste que, espero, seja proveitosa e renda frutos... ou livros.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Fialho protagoniza lançamento literário histórico na Siciliano
Pasme, amigo leitor residente nesta Natal de mercado editorial pífio. O jovem escriba Carlos Fialho conseguiu vender nada menos que 382 livros apenas na noite de lançamento de Mano Celo - O Rapper Natalense. Foi a maior noite de autógrafos da história da Livraria Siciliano, ainda no primeiro piso do Midway (em breve abre filial ou se muda para o novo pavimento do shopping).
Afora a qualidade dos textos de Fialho, que particularmente eu gosto, o trabalho de marketing do cara foi sensacional. Parabéns ao moço e de cá justifico minha ausência ao convite e à oferta do livro: muito trabalho, Fialho! Não deu.
Afora a qualidade dos textos de Fialho, que particularmente eu gosto, o trabalho de marketing do cara foi sensacional. Parabéns ao moço e de cá justifico minha ausência ao convite e à oferta do livro: muito trabalho, Fialho! Não deu.
Marina Elali é capa de Sucesso
A cantora como uma deusa, Marina Elali, é capa da prestigiada revista voltada à música, Sucesso. Na matéria interna, intitulada Emoção Viva, comenta a preparação do lançamento do projeto Marina Elali Ao Vivo - primeiro DVD e terceiro CD da carreira. Os dois produtos sairão pela Som Livre neste maio recheado de novidades musicais para esta terrinha.
Em retranca, Marina Elali é citada como Rainha das trilhas - uma alusão aos espaços conquistados na mídia global de telenovelas após a aposta da Som Livre e a participação da cantora - também citada como compositora - no reality show musical da Globo, o Fama.
Na própria revista vem encartado o mais novo CD da cantora, De Corpo e Alma Outra Vez. Na capa, a chamada: "Incluindo os hits: Eu Vou Seguir, da novela Sete Pecados e All She Wants (O Xote das Meninas) da novela Duas Caras". O CD sai com 13 faixas.
Em retranca, Marina Elali é citada como Rainha das trilhas - uma alusão aos espaços conquistados na mídia global de telenovelas após a aposta da Som Livre e a participação da cantora - também citada como compositora - no reality show musical da Globo, o Fama.
Na própria revista vem encartado o mais novo CD da cantora, De Corpo e Alma Outra Vez. Na capa, a chamada: "Incluindo os hits: Eu Vou Seguir, da novela Sete Pecados e All She Wants (O Xote das Meninas) da novela Duas Caras". O CD sai com 13 faixas.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Do Augusto Beco
Augusto, o Lula, me liga para explicar melhor os dizeres mal traçados deste blogueiro quanto às promessas... Ops! As tendências... Aliás, os projetos... Também não. Bom Lula, o presidente Augusto, disse estar farto de promessas e que suas palavras verbais se farão carne no Beco da Lama.
O presidente da Samba de todos nós cobrou ligação deste blogueiro sem tempo para melhor apuração. Afirmo que soltei algumas informações informais de cumpadres amigos justo porque na própria entrevista dada o próprio não adiantou nada. O jornalista Alexandro Gurgel também sentiu falta do plano de gestão da então chapa Nós do Beco. Só por isso.
Mas vamos aos (futuros) fatos, ditados por Lula enquanto este blogueiro apressado dirigia ou desviava dos obstáculos deste nervoso trânsito natalense, já com medo de uma segunda multa em menos de quatro dias por dirigir ao celular:
O samba lembrado no post anterior será chamado Sete em Ponto. E nada mais será que um "upgrade" ao projeto já realizado por Zizinho nas proximidades do Bar de Pedro, nas proximidades do Camelódromo. Também há a ideia de criar o Dançando na Lama - voltado, claro, para espetáculos de Dança nas redondezas da Cidade Alta.
Se era informação em off dada ao jornalista cumpadre de todas as horas etílicas, Rafael Duarte, o blogueiro já transcreveu sem saber e agora prefere corrigir: o projeto voltado às pessoas com HIV se chamará Arte Positiva e pretente outro propósito, melhor explicitado depois.
Segundo Lula, o também de popularidade em ascenção, já foi feito contato com o pessoal do Cineclube para firmar parceria para alguma ideia vinculada à Samba. E como foi adiantado, há a intenção de plantar no Beco 24 horas voltadas à cultura.
E uma outra proposta permanecerá uma interrogação capciosa. Este Diário do Tempo sabe, por enquanto, apenas do nome do... projeto, digamos: Cabaré Night Day.
O presidente da Samba de todos nós cobrou ligação deste blogueiro sem tempo para melhor apuração. Afirmo que soltei algumas informações informais de cumpadres amigos justo porque na própria entrevista dada o próprio não adiantou nada. O jornalista Alexandro Gurgel também sentiu falta do plano de gestão da então chapa Nós do Beco. Só por isso.
Mas vamos aos (futuros) fatos, ditados por Lula enquanto este blogueiro apressado dirigia ou desviava dos obstáculos deste nervoso trânsito natalense, já com medo de uma segunda multa em menos de quatro dias por dirigir ao celular:
O samba lembrado no post anterior será chamado Sete em Ponto. E nada mais será que um "upgrade" ao projeto já realizado por Zizinho nas proximidades do Bar de Pedro, nas proximidades do Camelódromo. Também há a ideia de criar o Dançando na Lama - voltado, claro, para espetáculos de Dança nas redondezas da Cidade Alta.
Se era informação em off dada ao jornalista cumpadre de todas as horas etílicas, Rafael Duarte, o blogueiro já transcreveu sem saber e agora prefere corrigir: o projeto voltado às pessoas com HIV se chamará Arte Positiva e pretente outro propósito, melhor explicitado depois.
Segundo Lula, o também de popularidade em ascenção, já foi feito contato com o pessoal do Cineclube para firmar parceria para alguma ideia vinculada à Samba. E como foi adiantado, há a intenção de plantar no Beco 24 horas voltadas à cultura.
E uma outra proposta permanecerá uma interrogação capciosa. Este Diário do Tempo sabe, por enquanto, apenas do nome do... projeto, digamos: Cabaré Night Day.
Mudança no Seis & Meia
houve uma pequena e substancial alteração na edição de amanhã do Projeto Seis e Meia. Se a atração nacional permanece, com a catora Rita Ribeiro, o Nordestenato será substituído pelo Alphorria. Soube agora há pouco, quando o produtor do projeto, William Collier visitou a redação do DN.
Se o leitor ler mais abaixo, afirmei que aposto numa volta definitiva da banda. E este é um ótimo sinal aos regueiros da cidade. É o Sonho Rasta se concretizando.
Se o leitor ler mais abaixo, afirmei que aposto numa volta definitiva da banda. E este é um ótimo sinal aos regueiros da cidade. É o Sonho Rasta se concretizando.
Lula, o da Samba, promete
O título não denota qualquer espectativa acerca da nova gestão da Samba. É tão somente para informar que, enfim, surgiram algumas promessas da parte do novo presidente da entidade mais badalada das últimas semanas natalenses. Entre outras, Augusto Lula comentou com os jornalistas Rafael Duarte e Ana Paula Costa, no dia de sua posse ocorrida no último sábado, que pretende realizar um dia inteiro de cultura, como a Virada Cultural ocorrida em Sampa. Também um desfile de moda com modelos das redondezas. E um dia cultural voltado às pessoas portadoras de HIV Positivo, além de outras que a memória etílica dos meus cumpadres jornalistas não lembraram. No dia da eleição, havia me falado de uma quinta do samba, que esta memória defasada pelo pão-alcoolico do dia-a-dia também me impedem de lembrar o nome do projeto. É um começo. Vamos esperar o início, o meio e o fim.
Desperdício musical
Comentário tardio, mas oportuno: a formação original da banda Alphorria que protagonizou o show de comemoração dos 15 anos de carreira continua entrosada e bem poderia resolver as pendengas internas para presentar os regueiros de aqui e alhures com mais alguns anos e Cds. Rildo Lima e Cia também mostraram prazer em estar no palco. Ainda aposto numa volta definitiva.
domingo, 10 de maio de 2009
Ajuda ao Vale do Assu
O amigo leitor deve estar ciente da dimensão dos estragos causados pelas enchentes no Vale do Assu. Visitei como repórter a região no ano passado, quando a situação estava um pouco pior. É desolador ver aquele cenário caótico. Quando lá estive, os municípios de Ipanguassu e Assu estavam no ápice da tragédia. O momento agora é de alerta para o pior. As chuvas devem continuar e, ao que tudo indica, ultrapassar o sofrimento registrado em 2008 – uma das três maiores enchentes que se tem notícia, depois das de 1964 e 1985.
Com a finalidade de ajudar as vítimas dos estragos, a Casa do Bem, AFIM e Colônia Assuense em Natal estão promovendo a Campanha Assú do Bem para arrecadar roupas e alimentos não perecíveis para os desabrigados do Vale do Assú. As doações podem ser entregues na rede de postos São Luiz e Frei Damião, na Cidade da Esperança e Quintas, além do posto São Pedro, na rua Apodi. Contatos: Flávio Rezende: 84.9902-0092; Franklin Pinto: 84.9907-0202; e Francisco Chagas Pinheiro: 84.9451-9432. Informações gerais podem ser obtidas pelo telefone: 84.3231-8006.
As doações vão ser entregues através da Defesa Civil e segmentos organizados da sociedade assuense. Vamos ajudar e dar o exemplo de solidariedade vista durante a enchente em Santa Catarina.
Com a finalidade de ajudar as vítimas dos estragos, a Casa do Bem, AFIM e Colônia Assuense em Natal estão promovendo a Campanha Assú do Bem para arrecadar roupas e alimentos não perecíveis para os desabrigados do Vale do Assú. As doações podem ser entregues na rede de postos São Luiz e Frei Damião, na Cidade da Esperança e Quintas, além do posto São Pedro, na rua Apodi. Contatos: Flávio Rezende: 84.9902-0092; Franklin Pinto: 84.9907-0202; e Francisco Chagas Pinheiro: 84.9451-9432. Informações gerais podem ser obtidas pelo telefone: 84.3231-8006.
As doações vão ser entregues através da Defesa Civil e segmentos organizados da sociedade assuense. Vamos ajudar e dar o exemplo de solidariedade vista durante a enchente em Santa Catarina.
sábado, 9 de maio de 2009
Classificadas do 4º MPBeco
Sorteio da ordem de apresentação será nesta quarta (13); primeira eliminatória será no próximo sábado (16), na Praça Sete de Setembro, a partir das 17h.
O 4º Festival de Música do Beco da Lama – MPBeco 2009 anuncia as 24 canções classificadas que concorrem a R$ 13 mil em prêmios a partir do próximo sábado (16), quando será realizada a primeira eliminatória do evento. O sorteio da ordem de apresentação será realizado na quinta-feira (14), no colégio Ciências Aplicadas, ocasião em que será lançado o DVD com as 10 finalistas da edição 2008 do MPBeco.
Confira as músicas selecionadas este ano, por ordem alfabética:
01 - A louca cinematográfica – Fellipe César C. Monteiro
02 - As cores que o mundo tem para dar – Franklin Mário
03 - Brinque o seu carnaval que eu brinco o meu – Luís Araújo / Vernon Bitu
04 - Cegos no precipício – Antonio Carlos Spinelli
05 - Côco de Patané – Leonardo Pinheiro Neto / Alexandre Lacerda
06 - Daqui de cima – Preto Bronx / JH Gofú
07 - Ela sim – Clara Pinheiro / Gabi Barbalho
08 - Essa boe – Priguissa
09 - Feliz ano inteiro – Jorge Negão
10 - Há sempre música – Júlio Lima
11 - Mãe Luíza ontem, hoje e sempre – João Martins de Souza
12 - Maria da Conceição – Nubilene Fernandes
13 - Miguxa do funk – Luciano Sabino da Costa / Danielle Lisboa Fontes
14 - Na quina – Diogo Guanabara / Rodrigo Levino
15 - Não vou mais – Jordan Luiz Santiago
16 - Pião Mariana – Dany-L Oliveira / Zé do Rock
17 - Pra que serve a Croácia – Carlos Bem / Romildo Soares
18 - Pretinha cor-de-rosa – Emmanuel de Andrade / Luiz Cajú
19 - São jorges – Iggor Dantas / Marcelo Veni
20 – Sentimentos – Gustavo Brat de Carvalho
21 - Tem a ver – Paulo Ricardo da Silva Gomes (Maguinho DaSilva)
22 - Um xote no tempo – Joana Medeiros / Genildo Mateus
23 - Vem no bem bolado – Miguel Carcará
24 - Viagem ácida – Paulo Ricardo Fernandes Gurgel
O 4º Festival de Música do Beco da Lama – MPBeco 2009 bateu recorde de inscrições em relação às edições anteriores. Foram 149 inscrições, o que resultou em 324 canções disputando as 24 vagas disponíveis para as eliminatórias. Estiveram na disputa músicos de Natal, Currais Novos, Santa Cruz, Macaíba, Messias Targino, Caraúbas, Parelhas, Goianinha, Mossoró, São Gonçalo, Ceará-Mirim, Extremoz e Parnamirim.
As eliminatórias serão disputadas nos próximos sábados (dias 16 e 23) e a finalíssima será no dia 30 de maio, sempre a partir das 17h30, com o palco montado na Praça Sete de Setembro, Centro Histórico de Natal, em frente ao Palácio da Cultura. Os três dias de festa terão transmissão ao da TV Assembleia.
Os finalistas disputam a seguinte premiação:
• Prêmio Bosco Lopes de Melhor Intérprete do Festival - R$ 1.500;
• Prêmio Maestro Mainha de melhor arranjo musical - R$ 1.500;
• Prêmio Celso da Silveira - 3ª melhor música do Festival - R$ 2.000;
• Prêmio Newton Navarro - 2ª melhor música do Festival - R$ 2.600;
• Prêmio Nazir Canan - 1ª melhor música do Festival - R$ 3.200;
• Prêmio Elino Julião do Voto Popular - R$ 2.200.
O 4º Festival de Música MPBeco tem o patrocínio, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Câmara Cascudo, do Governo do Estado e da COSERN. O projeto conta ainda com o patrocínio, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Djalma Maranhão, da Prefeitura do Natal, Destaque Promoções, Colégio Ciências Aplicadas, RN Econômico Gráfica e Editora. Também apoiam esta iniciativa a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Master Locadora, Água Mineral Santa Maria, Offset Gráfica, Sebrae – Agência Cultural e Secretaria Municipal de Comércio, Indústria e Turismo – Sectur.
O 4º Festival de Música do Beco da Lama – MPBeco 2009 anuncia as 24 canções classificadas que concorrem a R$ 13 mil em prêmios a partir do próximo sábado (16), quando será realizada a primeira eliminatória do evento. O sorteio da ordem de apresentação será realizado na quinta-feira (14), no colégio Ciências Aplicadas, ocasião em que será lançado o DVD com as 10 finalistas da edição 2008 do MPBeco.
Confira as músicas selecionadas este ano, por ordem alfabética:
01 - A louca cinematográfica – Fellipe César C. Monteiro
02 - As cores que o mundo tem para dar – Franklin Mário
03 - Brinque o seu carnaval que eu brinco o meu – Luís Araújo / Vernon Bitu
04 - Cegos no precipício – Antonio Carlos Spinelli
05 - Côco de Patané – Leonardo Pinheiro Neto / Alexandre Lacerda
06 - Daqui de cima – Preto Bronx / JH Gofú
07 - Ela sim – Clara Pinheiro / Gabi Barbalho
08 - Essa boe – Priguissa
09 - Feliz ano inteiro – Jorge Negão
10 - Há sempre música – Júlio Lima
11 - Mãe Luíza ontem, hoje e sempre – João Martins de Souza
12 - Maria da Conceição – Nubilene Fernandes
13 - Miguxa do funk – Luciano Sabino da Costa / Danielle Lisboa Fontes
14 - Na quina – Diogo Guanabara / Rodrigo Levino
15 - Não vou mais – Jordan Luiz Santiago
16 - Pião Mariana – Dany-L Oliveira / Zé do Rock
17 - Pra que serve a Croácia – Carlos Bem / Romildo Soares
18 - Pretinha cor-de-rosa – Emmanuel de Andrade / Luiz Cajú
19 - São jorges – Iggor Dantas / Marcelo Veni
20 – Sentimentos – Gustavo Brat de Carvalho
21 - Tem a ver – Paulo Ricardo da Silva Gomes (Maguinho DaSilva)
22 - Um xote no tempo – Joana Medeiros / Genildo Mateus
23 - Vem no bem bolado – Miguel Carcará
24 - Viagem ácida – Paulo Ricardo Fernandes Gurgel
O 4º Festival de Música do Beco da Lama – MPBeco 2009 bateu recorde de inscrições em relação às edições anteriores. Foram 149 inscrições, o que resultou em 324 canções disputando as 24 vagas disponíveis para as eliminatórias. Estiveram na disputa músicos de Natal, Currais Novos, Santa Cruz, Macaíba, Messias Targino, Caraúbas, Parelhas, Goianinha, Mossoró, São Gonçalo, Ceará-Mirim, Extremoz e Parnamirim.
As eliminatórias serão disputadas nos próximos sábados (dias 16 e 23) e a finalíssima será no dia 30 de maio, sempre a partir das 17h30, com o palco montado na Praça Sete de Setembro, Centro Histórico de Natal, em frente ao Palácio da Cultura. Os três dias de festa terão transmissão ao da TV Assembleia.
Os finalistas disputam a seguinte premiação:
• Prêmio Bosco Lopes de Melhor Intérprete do Festival - R$ 1.500;
• Prêmio Maestro Mainha de melhor arranjo musical - R$ 1.500;
• Prêmio Celso da Silveira - 3ª melhor música do Festival - R$ 2.000;
• Prêmio Newton Navarro - 2ª melhor música do Festival - R$ 2.600;
• Prêmio Nazir Canan - 1ª melhor música do Festival - R$ 3.200;
• Prêmio Elino Julião do Voto Popular - R$ 2.200.
O 4º Festival de Música MPBeco tem o patrocínio, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Câmara Cascudo, do Governo do Estado e da COSERN. O projeto conta ainda com o patrocínio, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Djalma Maranhão, da Prefeitura do Natal, Destaque Promoções, Colégio Ciências Aplicadas, RN Econômico Gráfica e Editora. Também apoiam esta iniciativa a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Master Locadora, Água Mineral Santa Maria, Offset Gráfica, Sebrae – Agência Cultural e Secretaria Municipal de Comércio, Indústria e Turismo – Sectur.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Repercussão da volta do DNP
Por essas e outras ainda acho que vale a pena trabalhar com jornalismo. Para quem não viu - mas parece que a galera ainda lê jornal (ainda bem!) - ontem o DN publicou matéria exclusiva noticiando a volta do projeto Domingo na Praça, marcada para 28 de junho. E avisou que bandas, músicos, grupos folclóricos e artesãos já poderiam entrar em contato com a produtora do evento, Cida Campello, para iniciar os agendamentos das apresentações. Vejam o e-mail que recebi de Cida, após tantas cobranças para a volta do DNP:
"Sérgio, já esta bombando de bandas, músicos, artistas visuais, artistas populares, enfim, já existe uma grande procura pelos espaços.
Outra coisa bacana, foi a quantidade de e-mail que recebi de pessoas parabenizando pelo retorno. Está sendo muito bacana tudo isso. Não imaginas a sensação de saber que fizemos algo significativo e que não foi esquecido pela população de uma cidade.
Já existe TVs procurando informações, já demos algumas entrevistas sobre esse retorno. Enfim, que tudo consolide-se o mais breve para que em tempo possamos estar mostrando a nova cara do projeto.
beijos grandes, viu? brigada por tudo".
"Sérgio, já esta bombando de bandas, músicos, artistas visuais, artistas populares, enfim, já existe uma grande procura pelos espaços.
Outra coisa bacana, foi a quantidade de e-mail que recebi de pessoas parabenizando pelo retorno. Está sendo muito bacana tudo isso. Não imaginas a sensação de saber que fizemos algo significativo e que não foi esquecido pela população de uma cidade.
Já existe TVs procurando informações, já demos algumas entrevistas sobre esse retorno. Enfim, que tudo consolide-se o mais breve para que em tempo possamos estar mostrando a nova cara do projeto.
beijos grandes, viu? brigada por tudo".
Esclarecimento da FJGugu
A respeito da lambança com os emails alheios ocorrida ontem:
Com o objetivo de estreitar os laços com a comunidade e abrir mais um canal de comunicação entre a sociedade civil e o poder público, abrimos recentemente um grupo de discussão, no qual você estava inserido.
Porém erros na confecção do estilo de gerenciamento do grupo ocasionaram alguns problemas, dentre eles, o excesso de e-mails nas caixas postais dos participantes . Por isso, estamos aqui para primeiramente, pedir desculpas pelo desconforto, segundo avisar que o grupo será temporariamente suspenso até que os problemas sejam resolvidos. Também é importante esclarecer que, caso seja criado um novo grupo de discussão, os participantes serão convidados a entrar e não automaticamente inseridos, como aconteceu.
No mais, reafirmamos o nosso compromisso em fortalecer a comunicação entre a esfera governamental que faz a cultura do Estado e toda a sociedade que faz uso dessa cultura. Continuaremos enviando nosso boletim informativo e caso você deseje entrar em contato conosco é só escrever para o e-mail assecomfja@rn.gov.br
Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação da FJA
Com o objetivo de estreitar os laços com a comunidade e abrir mais um canal de comunicação entre a sociedade civil e o poder público, abrimos recentemente um grupo de discussão, no qual você estava inserido.
Porém erros na confecção do estilo de gerenciamento do grupo ocasionaram alguns problemas, dentre eles, o excesso de e-mails nas caixas postais dos participantes . Por isso, estamos aqui para primeiramente, pedir desculpas pelo desconforto, segundo avisar que o grupo será temporariamente suspenso até que os problemas sejam resolvidos. Também é importante esclarecer que, caso seja criado um novo grupo de discussão, os participantes serão convidados a entrar e não automaticamente inseridos, como aconteceu.
No mais, reafirmamos o nosso compromisso em fortalecer a comunicação entre a esfera governamental que faz a cultura do Estado e toda a sociedade que faz uso dessa cultura. Continuaremos enviando nosso boletim informativo e caso você deseje entrar em contato conosco é só escrever para o e-mail assecomfja@rn.gov.br
Atenciosamente,
Assessoria de Comunicação da FJA
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