Noticia boa! Na sessão ordinária desta quinta-feira, nossa dileta Câmara Municipal do Natal aprovou a proposta de criação do Fundo Municipal de Cultura.
Arrisco dizer que foi dos grandes feitos da cultura no âmbito municipal. Seria melhor se fosse no estadual. E explico o porquê:
O Programa Djalma Maranhão, mesmo privilegiando grandes projetos, os recursos são bem mais diluídos e, digamos, democráticos do que a Lei Câmara Cascudo.
Mais de 80% dos R$ 4 milhões da LCC são entregues a cerca de cinco projetos, como o Mada e o Circo da Luz. Aprovado um Fundo Estadual de Cultura, gravação de Cds, publicação de livros e outros pequenos projetos mereceriam melhor atenção.
Com a lei municipal a coisa é diferente. Cito até o exemplo do escritor Raymundo de Sá, que conseguiu aprovação do projeto de seu ótimo livro. Fosse no estado não conseguiria.
Em agosto recebemos a Lei do Patrimônio Vivo, de autoria do deputado estadual Fernando Mineiro. Agora chega o Fundo Municipal de Cultura, proposta pela vereadora Júlia Arruda. São vitórias para a cultura. Hari baba.
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