Caicó
a cidade, de sol a sol,
principia pelo fim
no poço que, santana, a protege
a cidade, de açude em açude,
afoga os minerais
nas pescarias noturnas transparências
a cidade, de sábado a sábado
completa o sertão
com seus horizontes mágicos cordéis
a cidade, de rua em rua,
transborda de amor
nos becos bêbados botequins
a cidade, de ponte a ponte,
margeia os rios
da memória fluvial seridó
a cidade, de pedra em pedra,
constrói o branco
de seu silêncio limpo fugidio
a cidade, de festa a festa,
recolhe os frutos
da noite que, sant'ana, se faz julho
(Moacy Cirne)
* Poesia enviada por Cefas Carvalho
En el mundo del juego, la información es poder. En este artículo,
exploraremos cómo Avia Master se ha convertido en una herramienta
invaluable para jugador...
Há 5 dias
Obrigado, meu caro,
ResponderExcluira você e ao Cefas.
Um abraço.