Por Maria Bethânia Monteiro
na Tribuna do Norte
Numa crônica você (Nei Leandro) revela seu amor à poesia. Em outra, o ódio da arrogância. A arrogância lhe incomoda tanto assim?
Eu não vou citar nomes, mas há certos intelectuais da província, que têm uma arrogância do tamanho do Machadão, ou talvez maior um pouco. Eu tenho horror a pessoas vaidosas e arrogantes. A única pessoa arrogante, que eu suporto é Geraldo Batista de Araújo (risadas). Conheço pessoas maravilhosas como Pedro Nava, o maior memorialista que o Brasil já teve. Tive a felicidade de conhecer Carlos Drummond de Andrade. Duas pessoas de muita simplicidade, e olhe que era um grande poeta e um grande escritor que estavam ali.
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