Por Julio Daio Borges
no Digestivo Cultural
A segunda conclusão, no entanto, seria a de que “levar adiante uma matéria sobre o fim dos jornais”, com chamada de capa, não soaria de bom-tom (depois da hospedagem no portal do Estadão – originalmente, um jornal). Para os leitores brasileiros, contudo, foi uma perda irreparável (a matéria da Piauí não sair conforme anunciado pelo dono da revista). Porque seria a primeira vez que um veículo considerado sério, e assumidamente lido pelo mainstream nacional, abordaria um tema que toda a nossa mídia insiste em evitar (como se não existisse). Enquanto a revista Newsweek é vendida, o jornal Le Monde é salvo por investidores e o mesmo El País (modelo para o Estadão na internet, por exemplo) passa pelo mesmíssimo processo de “ressurreição”, aqui se finge que o Brasil vive numa “realidade paralela”... A classe C ascende socialmente, as tiragens do papel aumentam, termina-se com a impressão de que, como a crise do subprime, essa crise dos jornais não vai se abater sobre o nosso País. Torce-se, apesar de tudo, pela independência da Piauí. A fim de que pressões similares não comprometam, justamente, o jornalismo investigativo da revista...
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Há 5 dias
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