Por Luiz Fernando Gallego
em Críticos
Pleno de referências cinematográficas, o novo filme de Arnaldo Jabor, depois de 23 anos sem dirigir, cai na armadilha de lembrar tantos bons momentos do cinema e ficar muito aquém de todos eles.
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HORÁRIO NOBRE DA LEITURA - 1a. DIREC SEEC RN
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Há 6 horas
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