"É um movimento interessante, provocado pela classe artística. Só acho que o nome soa provocativo ao Auto. E o Baixo de Natal é feito por pessoas que já participaram do Auto e o Presente de Natal. Falo isso não porque estou no Auto; falo como artista. O formato de protesto independente de gestores públicos é visto em tantas outras iniciativas de cunho privado. Então, não acho que seja um movimento inusitado. Acho bacana, sim, o conjunto, esse energia de querer fazer. Como já disse, só acho que o nome 'Baixo de Natal' faz crítica imerecida, já que o Auto é feito por pessoas de terra, fala da nossa terra, das nossas tradições e é um projeto formativo, inclusive com alunos dos cursos do Cmai (Centro Municipal de Artes Integradas). E falam que eu liberei o elenco do Auto para assistir o espetáculo do Baixo. Apesar de admirar o movimento, foi ocasional; foi uma dispensa sem esse propósito".
Do blogueiro: Conversei com Diana hoje pela manhã, em razão de matéria que será publicada amanhã no Diário, a respeito da programação do Auto de Natal e as novidades nada positivas do espetáculo Um Presente de Natal.
Fogo de Júpiter
Jania Souza
Cansada
Des(canso)
No fogo de Júpiter
Ele finge não me vê
Embora me lance
Seu floreo noturno
Até o final de janeir...
Há 16 horas
Eu só quero declarar que "Auto de Natal é um espetáculo formativo" o meu CU! Obrigada!
ResponderExcluirRimbaud tinha talento para qualquer palavra. Não é qualquer "talento" que pode fazer isso. Marcos Lima.
ResponderExcluirE por falar em Rimbaud, do soneto do CU, nada melhor do que Franklin Jorge na fundação Zé Gugu. Ticiano Borges.
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